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Como melhorar a acessibilidade na sua empresa?

Publicado em 11/04/2019

Se para uns, uma pequena escada é um obstáculo simples para chegar a um local, para outros, apenas alguns degraus são suficientes para causar um grande desconforto. Possuir áreas de fácil trânsito para cadeirantes e locais espaçosos para circulação de deficientes físicos pode fazer a diferença no dia a dia de qualquer empresa. Separamos informações para que você repense a acessibilidade do seu negócio ou para confirmar se você está em dia com o padrão ideal.

 

A legislação brasileira garante, desde os anos 90, maior proteção e integração de deficientes na sociedade a partir da acessibilidade por meio da Lei nº 7.853/89 e o Decreto nº 3.298/99, que balizam a política nacional da pessoa portadora de deficiência. Seja criando normas para adequação ou mesmo pesquisando novos padrões de acessibilidade, órgãos reguladores, como a Coordenadoria Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência (CORDE), são responsáveis pela defesa de direitos e a promoção da cidadania, além de auxiliar na disseminação de informações relevantes.

 

O papel desses órgãos é fiscalizar e garantir pequenos ajustes para a promoção de um espaço democrático para todos. O cadeirante, por exemplo, precisa de locais amplos, portas largas, rampas e uma série de outras adaptações. Já outros que utilizam muletas, precisam de apoiadores, além de locais específicos para guardar os objetos. Lembrando que essas áreas devem ser criadas visando a praticidade e a integração.

 

Em alguns casos, apenas apostar em mesas amplas, com espaço grande entre os pés, possibilitando a entrada de uma cadeira de rodas, já explicita um cuidado especial. A disposição dos móveis também deve facilitar o fluxo de cadeirantes, possibilitando deslocamentos sem imprevistos. 

 

Outra adaptação muito necessária são as rampas de acesso. Desde a entrada, até as mais singelas deformações do piso. Tudo deve fluir com tranquilidade e, claro, é fundamental atentar-se às saídas de emergência.


Uma região muito importante para promover mudanças são os banheiros. Hoje, muitas empresas não possuem acomodações mínimas para receber deficientes físicos. Além delas, há muitos negócios sediados em edificações antigas, que não sofreram qualquer alteração com o passar dos anos.


Segundo recomendação da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), o vaso sanitário, por exemplo, deve ficar a 0,46m de distância do chão e a 0,15m do suporte do rolo de papel higiênico. Ao seu lado, deve haver barras de apoio na altura de 0,76m, com um comprimento mínimo de 0,90m. A pia deve contar com um espelho de inclinação de 10°, além da pia manter uma diferença do solo de 0,80m.

 

Além dos deficientes físicos, há mudanças para receber pessoas com outras limitações, como problemas auditivos. Neste caso, é necessário fazer treinamento para a equipe ou a presença de profissionais fluentes na linguagem dos sinais para auxiliar na comunicação. Há também adaptações na documentação, que deve sempre estar em braile ou em tamanhos especiais para facilitar a leitura no caso de pessoas com deficiência visual.

 

A maior conquista com a ampla acessibilidade no ambiente corporativo está na promoção da diversidade, igualdade de oportunidades e respeito à cidadania. Pequenos gestos, como contar com rampas e banheiros adaptados, já oferece conforto e integração dessas pessoas na sociedade.

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